Dia da Praça
“22 de outubro, é uma data dedicada a um espaço importante para a reunião e socialização das comunidades: a praça. Mesmo as cidades muito pequenas possuem uma clássica configuração de praça, coreto e igreja, onde as pessoas se encontram ou festejam.”
Texto Reproduzido do site Rádio Senado
https://www12.senado.leg.br/radio/1/conexao-senado/2024/10/22/dedo-de-prosa-dia-da-praca
Dia do Enólogo
“Em 22 de outubro, celebramos o dia do profissional que estuda o vinho com muita paixão e dedicação: o enólogo.”
Texto Reproduzido do site Winepedia
https://www.wine.com.br/winepedia/experiencia-wine/dia-do-enologo/
Dia do Paraquedista
“A data homenageia uma das invenções mais interessantes do século XVIII, o paraquedas.
Os paraquedistas são as pessoas que usam os paraquedas, seja por motivos relacionados a serviços militares ou simplesmente por diversão, fazendo dos saltos um verdadeiro hobby.
O ser humano sempre esteve fissurado em conquistar os céus, tentando, já há muitos anos, dominar um método que o fizesse voar. Com os paraquedas, o homem viu a possibilidade de controlar e desviar parte dos bloqueios naturais e físicos que impediam a realização do seu sonho.
Origem do Dia do Paraquedista
O Dia do Paraquedista é comemorado em 22 de Outubro em homenagem ao engenheiro André Jacques Garnerin. Em 1797, baseando-se em um modelo aerodinâmico de Da Vinci, Garnerin saltou de um equipamento parecido com um guarda-chuva e imortalizou-se como o primeiro ser humano a pular de paraquedas.
No entanto, o equipamento só foi aperfeiçoado no século XIX. O salto com paraquedas feito a partir de um avião só aconteceu em 1912, uma iniciativa do capitão do exército norte-americano Alverty Berry. Nascia ali um elo entre as Forças Armadas e o paraquedismo, ligação essa que dura até os dias de hoje”
Texto Reproduzido do FCBK @camaramunicipalmagda
https://www.facebook.com/camaramunicipalmagda/posts/dia-do-paraquedista-22-de-outubroo-dia-do-paraquedista-%C3%A9-comemorado-anualmente-e/870286818578364/
Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque
“O Dia de Protesto Contra O Uso do Tratamento por Eletrochoque em 22 de outubro de cada ano, é uma comemoração extraoficial, que aparece apenas em calendários brasileiros nesta data, como “Dia Mundial de Protesto Contra O Uso do Tratamento por Eletrochoque” ou “World Day Of Protest Against The Use Of Electroshock Treatment”. Essa é uma data comemorativa criada contra a técnica de tratamento de doenças mentais por Eletrochoque.
ECT [Eletroconvulsoterapia] ou terapia de choque, que foi desenvolvida pelo neurologista italiano, Ugo Cerletti, enquanto observava os choques administrados nos porcos antes do abate no matadouro da cidade e capital italiana de Roma, num tempo em que as opções de tratamento eram poucas para as doenças mentais, visto que o 1º medicamento psiquiátrico apenas apareceu no fim da década de 1950, e que consiste na aplicação por curto período de corrente elétrica no encéfalo, induzida por meio de eletrochoques nas têmporas do paciente. Para conhecimento, por volta dos anos 1930, começou a surgir a crença de que pacientes epiléticos que tinham convulsões não apresentavam psicoses e alguns pesquisadores se interessaram pelo assunto.
Então o médico húngaro, Von Meduna, começou a estudar a cânfora que injetava nos pacientes para provocar convulsão e constatou que ocorria melhora no quadro clínico dos mesmos. Na tentativa de alcançar melhoras para os pacientes, data de 1933 a terapia por coma insulínica ou terapia de choque por insulina, que foi desenvolvida pelo médico judeu-austríaco radicado nos Estados Unidos da América, Manfred Sakel, um método arriscado que terminarva por provocar várias mortes durante a sua administração. Nesse pensamento, a insulinoterapia representava um recurso terapêutico para doentes mentais, porque a convulsão desejada era induzida pelo choque insulínico, visto que a quantidade injetada desse hormônio fazia com que as células do pâncreas retirassem a glicose do sangue, o que produzia um quadro de hipoglicemia grave e, como em disso, a convulsão .
Nessa mesma linha, em 1935, além da insulina, uma droga epileptogência chamada cardiazol, estava começando a ser utilizada com grande sucesso em vários países para tratamento de esquizofrênicos. Esta abordagem se baseava no trabalho do médico psiquiatra austríaco, Julius Wagner von Jauregg’s, que tinha utilizado febre induzida por malária para tratar a demência paralíticae que recebeu o Prêmio Nobel de Medicina de 1927, assim como na teoria defendida pelo médico psiquiatra húngaro, Ladislaus Jose von Meduna, de que a esquizofrenia e a epilepsia eram mutuamente antagônicas. Porque ele descobriu que 16,5% dos pacientes epilépticos no Instituto de Psiquiatria da cidade e capital húngara de Budapeste, que desenvolviam sintomas psicóticos, melhoravam da epilepsia. Uma associação reversa também parecia ocorrer: entre mais de 6.000 pacientes esquizofrênicos de uma pesquisa realizada, apenas 20 tinham manifestado simultaneamente a epilepsia. Vários relatórios incidentais também pareciam indicar que a esquizofrenia podia ser curada em pacientes que desenvolviam ataques epilépticos. A partir de abril de 1938 e depois de vários experimentos com animais sobre as consequências neuropatológicas de ataques repetidos de epilepsia, os médicos da Universidade de Roma, Ugo Cerletti e Lucio Bini, começaram a usar estímulos elétricos cerebrais para induzir convulsões em seres humanos. A 1ª experiência da aplicação de Eletroconvulsoterapia em homens foi realizada com um paciente conhecidíssimo em Roma por sua história de internações, e que vivia perambulando pelas ruas da cidade com um discurso repleto de fantasias. A melhora indescritível que o paciente apresentou depois da aplicação do eletrochoque, reforçou a tese de que realmente o estímulo elétrico poderia ser usado para induzir convulsões. Nesses primeiros tempos, a administração do eletrochoque na pessoa acordada era uma coisa muito brutal, pois Antigamente não se usava anestesia nem relaxamento muscular, e a cena era mesmo muito chocante. Além disso, foi muito discutido o fato de que o eletrochoque teria sido usado também como arma de tortura, especialmente nos países da cortina de ferro, onde se atribuíam aos presos políticos problemas psiquiátricos que, na verdade, não tinham. O eletrochoque usado para fins de tortura e punição, também foi usado no Brasil na década de 1960 durante a ditadura militar de 1964, e nada tem a ver com o eletrochoque aplicado para fins de terapia, principalmente com o admnistrado atualmente na eletroconvulsoterapia. A partir da década de 1950, quando surgiram os medicamentos para tratar as psicoses e depressões, o eletrochoque caiu em desuso. Nosanos 1970 e 1980, aevidência de que grande parte das pessoas não respondia aos antidepressivos fez com que a eletroconvulsoterapia fosse retomada como opção de tratamento. Atualmente, o eletrochoque é administrado sob condição de anestesia geral e com a administração de relaxante muscular no paciente, originando convulsões e perda de consciência a partir de um estímulo muito breve através de dois eletrodos que são colocados na parte frontal da cabeça, o suficiente para induzir a convulsão que é vista apenas no monitor do eletroencefalograma. Esse tratamento é indicado hoje em dia somente para os casos de depressão grave com risco de suicídio e estupor catatônico [quadro esquizofrênico em que a pessoa fica completamente paralisada, sem comer, beber ou responder a qualquer incentivo], mas ainda é passível de ser aplicado aos doentes apenas como um tipo de castigo, tal qual já foi prática comum em hospitais psiquiátricos e congêneres num passado não muito distante.Em que pese tal possibilidade, a Associação Brasileira de Psiquiatria e os grandes centros universitários têm procurado difundir o que se preconiza como técnica ideal para a aplicação de ECT [Eletroconvulsoterapia]: o paciente deve passar por vários exames prévios, receber anestesia e relaxamento muscular e ser assistido por um anestesista e um psiquiatra. Mesmo com tanta evolução, em nossos dias e por um problema político/financero, o eletrochoque ainda termina por ser usado nos moldes antigos, o que é condenável sob todos os aspectos, pois o SUS [Sistema Único de Saúde] no Brasil paga por exemplo, muito pouco por uma aplicação que custa R$300,00 ou R$400,00… Noutros lugares, não se conta com a estrutura para a aplicação do eletrochoque segundo as técnicas mais modernas. Como não existe alternativa de tratamento, pois a rede básica de saúde não fornece os remédios necessários, o eletrochoque a moda antiga é a única opção disponível.
Fontes: divinaprofissao.blogspot.com.br/ www.cerebromente.org.br/ drauziovarella.com.br/…
Fonte: http://datascomemorativas.org/dia-de-protesto-contra-o-uso-do-tratamento-por-eletrochoque-22-de-outubro/”
Texto Reproduzido do site Dalva Day
https://dalvaday.blogspot.com/2016/10/2016-dia-do-protesto-mundial-contra-o.html
Dia Internacional de Atenção à Gagueira
“O Dia Internacional de Atenção à Gagueira é comemorado no dia 22 de outubro e tem como objetivo informar, conscientizar e educar a população sobre a gagueira. Para ajudar pessoas que gaguejam, é importante buscar avaliação com um fonoaudiólogo, que é o profissional habilitado para orientar, diagnosticar e tratar a gagueira.”
Texto Reproduzido do site Unyclub – Rotary
https://www.unyclub.com.br/noticia/174294
Dia Internacional do CAPS LOCK – Também comemorado em 28 de junho
“A tecla que virou sinônimo de gritaria é comemorada duas vezes no ano. A primeira é dia 28 de junho, uma homenagem à morte de Billy Mays em 2009, famoso pelos seus comerciais entusiasmados, onde parecia que ele sempre estava falando com o Caps Lock ligado. A outra é 22 de outubro, idealizada pelo desenvolvedor Derek Arnold como o dia em que todos deveriam escrever com o Caps Lock ativado.”
Texto Reproduzido do TikTok @tecnoblog
https://www.tiktok.com/@tecnoblog/video/7385669281339460870