Segundo o site da ANVISA o alerta foi baseado em avaliações internacionais “que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminóides. O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”.
O Brasil não foi o único a acender o alerta. Agência reguladoras da Itália, Austrália, Canadá e França fizeram o mesmo ao registrarem casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma. Na França foram identificados casos de hepatite associados ao consumo destes produtos. Segundo o site do órgão brasileiro, os países mencionados anteriormente chegaram a proibir alguns produtos. A exigência de avisos de segurança nos rótulos também foram praticados.
Cabe ressaltar que isso não se aplica ao tempero. Ele é seguro e pode continuar a ser consumido normalmente uma vez que a concentração é maior nos medicamentos e suplementos aumentando, consequentemente, a absorção do organismo.